Lárerái larerái…
Lárerái larerái… como queria que tudo fosse uma música… uma música onde o prazer emergisse tanto desse lado todo eufórico, como desse lado todo sadness… Lembrei-me desse título que me ficou “melancholy and the infinitive sadness” ás vezes é tanto assim… é só assim!
Sinto-me a fugir e a procurar, num ciclo que só se fecha com uma nova repetição, ou seja, se olharmos bem percebemos que nunca se fecha… sempre o mesmo!
Sinto-me a quase não querer sair, a quase precisar… Mas quem precisa disto?
Ah! É a tal auto – suficiência… reconheço, ás vezes chego-me a mim própria completamente, ter outra pessoa ao meu lado seria aguentá-la!
Sou mesmo esquisita, quero tanto… tantas coisas e ao mesmo tempo… não as conseguir alcançar… como hei-de eu verbalizar isto? Parece que o ser triste desperta em mim partes lindas, faz-me pensar, e saio daquela felicidade cega, despida do medo de pensar; torno-me eu!
Percebem estes antagonismos… o prazer que consigo tocar por estar triste, por me sentir diferente daquela que foge do pensar. O prazer de pensar!

1 Comments:
A tristeza é extremamente mais fecunda do que a felicidade.
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