quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Choveu, a medo, sem molhar bem as pessoas, sem nos lavar como deve ser. Choveu só a sacudir vagamente as ruas. Assalta-me por vezes a raíz de todos os medos. Era bom que alguém me passasse a mão pela cabeça. A noite hoje há-de ser permatura. A qualquer hora em que chegue. O fantasma da morte paira inutilmente perto. Não sei o que lhe possa crescentar.

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

podes sempre enfrentar.

2:48 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Paleio para a praia

11:35 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Há dias assim ...
A parte da chuva ta muito bonita... mas depois entristece ... ou se enfrenta ou se empurra com a barriga... mas do futuro ninguém, nem o podemos ter como garantido.

Ps - *prematuro

6:49 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

ERRATA:

... ou se enfrenta, ou se empurra com a barriga... mas do futuro ninguém sabe, nem o podemos ter como garantido.

6:51 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

Obrigada pelo "prematuro". Eu dou muitos erros.
Mas fica-me bem...

10:41 p.m.  

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