Um fim da tarde...
O dia no trabalho lá acabou. Saí do edifício e já sentia um pouco as 'súrvias' que ao longo da tarde fui bebendo. Foram cerca de três à hora do almoço e mais outras tantas a meio da tarde. A culpa é do patronato que nos deixa, grande parte do tempo, a olhar para o tecto e a coçar os tomates.
Descia a rua como sempre, perdido em ilusões de que o Benfica ia ser campeão este ano, subitamente vi-a passar.
Era uma miúda construída habilmente em formas esculturais. Ela usava uma saia justa que lhe delineava as ancas, perante esta imagem imaginei imediatamente como seria divino escarranchar aquela linearidade, fazê-la gemer e contorcer enquanto a penetrava e os seus calcanhares me batiam nos ombros. Depois o meu olhar pousou nas mamas... ui... que monumento à alimentação infantil e ao regozijo masculino. Aí o quadro completou-se, não só a tinha debaixo de mim em contorções de prazer, como também conseguia sentir esses peitos volumosos a roçar o meu peludo.
Dei por mim a segui-la discretamente... queria só proporcionar-me um pouco mais de ilusão, mais um pouco deste saboroso imaginário. Porra, a gaja é mesmo um avião! Um tesão por todos os lados! Enquanto caminhava à minha frente eu observava as suas nádegas a brincarem lado a lado, já me sentia erecto pois neste momento já a penetrava por todo o lado conforme me ia apetecendo.
O cenário estava montado: estávamos num bosque e fodíamos em cima do capôt do carro (que já nem era bem o meu), eu lambia-a de alto a baixo, quase forçava minha língua pela sua garganta a dentro, depois chupava-lhe as mamas e quase que lhe arrancava o leite que elas ainda não tinham. Conforme me ia apetecendo, penetrava-a pela frente e por trás... por vezes até lhe metia o caralho boca a dentro.
E ela sempre a sorrir e a gemer de prazer!
Parei de a seguir, sorria pela feliz fantasia de que tinha podido usufruir.
Eu no fundo não queria nada com ela, nem tão pouco falar-lhe. Pensava na Sílvia que tão amorosamente já me devia esperar em casa. A Sílvia é um anjo! Não lhe posso contar nada disto, ela passava-se, mas talvez ficasse a perceber melhor por que é que hoje vai ter uma foda à maneira, talvez lhe faça um minete e tudo.
Não quero a outra para nada, amo e gosto é da Sílvia, mas este tesão já não passa assim facilmente, mesmo que não esteja erecto, por dentro ardo agora no desejo de me esvaziar em contracções e jactos de prazer.
Ai... Sílvia!
Prepara-te que eu estou a ir para casa!!
Descia a rua como sempre, perdido em ilusões de que o Benfica ia ser campeão este ano, subitamente vi-a passar.
Era uma miúda construída habilmente em formas esculturais. Ela usava uma saia justa que lhe delineava as ancas, perante esta imagem imaginei imediatamente como seria divino escarranchar aquela linearidade, fazê-la gemer e contorcer enquanto a penetrava e os seus calcanhares me batiam nos ombros. Depois o meu olhar pousou nas mamas... ui... que monumento à alimentação infantil e ao regozijo masculino. Aí o quadro completou-se, não só a tinha debaixo de mim em contorções de prazer, como também conseguia sentir esses peitos volumosos a roçar o meu peludo.
Dei por mim a segui-la discretamente... queria só proporcionar-me um pouco mais de ilusão, mais um pouco deste saboroso imaginário. Porra, a gaja é mesmo um avião! Um tesão por todos os lados! Enquanto caminhava à minha frente eu observava as suas nádegas a brincarem lado a lado, já me sentia erecto pois neste momento já a penetrava por todo o lado conforme me ia apetecendo.
O cenário estava montado: estávamos num bosque e fodíamos em cima do capôt do carro (que já nem era bem o meu), eu lambia-a de alto a baixo, quase forçava minha língua pela sua garganta a dentro, depois chupava-lhe as mamas e quase que lhe arrancava o leite que elas ainda não tinham. Conforme me ia apetecendo, penetrava-a pela frente e por trás... por vezes até lhe metia o caralho boca a dentro.
E ela sempre a sorrir e a gemer de prazer!
Parei de a seguir, sorria pela feliz fantasia de que tinha podido usufruir.
Eu no fundo não queria nada com ela, nem tão pouco falar-lhe. Pensava na Sílvia que tão amorosamente já me devia esperar em casa. A Sílvia é um anjo! Não lhe posso contar nada disto, ela passava-se, mas talvez ficasse a perceber melhor por que é que hoje vai ter uma foda à maneira, talvez lhe faça um minete e tudo.
Não quero a outra para nada, amo e gosto é da Sílvia, mas este tesão já não passa assim facilmente, mesmo que não esteja erecto, por dentro ardo agora no desejo de me esvaziar em contracções e jactos de prazer.
Ai... Sílvia!
Prepara-te que eu estou a ir para casa!!

5 Comments:
Quem é a sílvia?
extasiante...quero mais
olá! acho que conheço a rapariga que ia à tua frente!
o nossoautista ja ouviu falar em sexo seguro?
É esta a prespectiva masculina da líbido casual?
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