Champ de blé aux corbeaux
Imagine-se um espantalho. Vastíssimos campos de trigo suspensos no nada e azul. Céu. Estrondoso.
Monocromático.
Na violência seca do mês de Agosto.
Um campo de trigo de espirais amarelas onde Vincent tenha ferido os pés. A alma em convulsões de cor.
Demasiada alma e só. Sempre só.
Que importam os corvos...
Que coisas ouvias? Que vozes de que fantasmas ecoavam no claustro vazio dos teus dias?
Nem sonhos, Vincent, podias sonhar - tal o tamanho de estares só.
Consciente dessa sílaba que te arranhava os pés mais do que tudo.
Monocromático.
Na violência seca do mês de Agosto.
Um campo de trigo de espirais amarelas onde Vincent tenha ferido os pés. A alma em convulsões de cor.
Demasiada alma e só. Sempre só.
Que importam os corvos...
Que coisas ouvias? Que vozes de que fantasmas ecoavam no claustro vazio dos teus dias?
Nem sonhos, Vincent, podias sonhar - tal o tamanho de estares só.
Consciente dessa sílaba que te arranhava os pés mais do que tudo.

1 Comments:
Sim
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