terça-feira, janeiro 03, 2006

Sim, já estamos em 2006!

Que lindo foi! Quando não se criam expectativas, as hipóteses de sairmos desiludidos são parcas!
Vou contar um pouco. Depois de jantar, beber e conviver, o grupo recentemente formado dirigiu-se a um prédio alto. Soavam as badaladas quando no céu explodiam cores... três do quatro sentiam a falta da sua perna ausente, mas sabiam que os corações batiam sincronizadamente em uníssono.
...
A partir daqui só posso contar breves excertos. Iria sair da minha descrição um quadro semelhante a uma manta de retalhos, uns que eu lembro, outros que me contaram. Mas sei que foi muito divertido, albergo cá dentro essa satisfação!
Este ano não ia tomar qualquer tipo de resolução, mas acabei por tomar uma logo no dia 1: "vou moderar o consumo de álcool quando me quiser divertir" (é lixado não saber bem os contornos de tudo... levanta hipóteses, deixa incertezas... enfim, não curto!)
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Hoje que, tal como o autista, sinto alguns neurónios a voltarem à vida deleitei-me a ler. Nada menos é que um deleite, pois aqui encontrei vozes tão familiares por palavras que não estou habituada... umas anónimas, outros que se revelam, e aquelas anónimas, também, que todos vêem quem são!

Senti, impelida por tão enriquecedora leitura, que era o momento de deixar de lado esta preguiça que me é inerente e tentar de algum modo explicar os primeiros passos no Método Rantanplan.

Já li algures citações ao manual. É MENTIRA!

Será que poderemos incluir como práticas do dito Método, o esbarrar de cabeça contra um ferro que nunca deixou de estar ali?

Por exemplo, pode ser:
- Ir sair à noite em grupo, nessa precisa noite em que se decide levar carteira e no seu interior a máquina volta a sair também! Dentro da carteira cabe tudo e, de facto, vai lá tudo, tal uma mochila do Sport Billy.
Depois de muito andar, por ruas repletas de maralhal (pois era mesmo muita gente e de muitos géneros diferentes) o grupo pára. Esta pausa serviu também para este cérebro pequeno perceber que falta a dita carteira repleta de tudo!!! (instala-se o pânico)
Quatro pernas desatam a correr em aflição e sobressalto, pensando suas respectivas cabeças, que jamais este erro teria reparo.
Mas não!
Pousada em cima de um carro, ali esperava ela obedientemente, aberta como lá foi esquecida e rodeada por inúmeros desconhecidos que convenientemente a tinham ignorado. Estava lá tudo, ninguém realmente lhe tocou!
Bravo!

A questão que deixo em aberto é simples, mas é daqui que parte todo o pensamento filosófico do verdadeiro Rantanplan!!

Será possível um canário e um inspector relacionarem-se bem?

Rantanplan dixit

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

isso de faltar uma das pernas, nem te digo como é faltarem três. o que uma pessoa passa na vida! só quem as tem é que sabe, não é?
e quanto ao canário e ao inspector ainda estou a espera que me digam que não. eu cá já vi coisas...tipo o que faz uma loira no blitz com o nosso autista?

9:37 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

Ela não é loira... É de MENTIRA .. Ela pinta o cabelo ;)

1:42 p.m.  

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