sábado, janeiro 21, 2006

Agora sou eu... depois serás tu!

O que será que um estranho quererá ouvir? Subitamente revelei-me numa abundância de gestos. As mãos agigantavam-se neuróticas no espaço. As temporais mãos, produtoras de milagres. Produzi, que o sei, um discurso que poderá ter parecido inconsistente. Não lhe disse as horas, falei de outras coisas mais cabais.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O que, cabalmente, está mais de acordo

11:28 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Ou um cabaz de Natal... ainda nunca recebi nnenhum...

12:47 p.m.  

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